A Nebulosa do Anel é um exemplo de fenômenos celestes que podemos testemunhar. Temos a atuação da Astronomia para explorar as vastas extensões do Universo, aliás. Os avanços da tecnologia, com James Webb, permitem isso.
Estágios finais da evolução estelar são aparentes. O ciclo de vida das estrelas e o destino que aguarda o nosso Sol estão inscritos ali. Além disso, a beleza das cores e da estrutura da Nebulosa do Anel é de encher os olhos.
A Nebulosa do Anel, a Messier 57 ou M57 está a aproximadamente 2.000 anos-luz da Terra. Ela é o que resta de uma estrela. Vamos ver o que o Telescópio Espacial James Webb trouxe de novidade sobre a nebulosa?
Luz da nebulosa: análises
Possuímos detalhes de dentro da Nebulosa do Anel que antes não eram vistos. Há calor no conjunto, e diferentes elementos emitem luz. Algo semelhante a um tubo cilíndrico dentro da nebulosa indica um processo físico complexo.
A capacidade do James Webb vai além do visual. O Espectrógrafo de Infravermelho Próximo analisa a luz emitida por diferentes elementos da nebulosa. As assinaturas espectrais informam sobre composição química, temperatura e densidade de gás e poeira.
Mecanismo de estudo físico
O Instrumento do Infravermelho Médio observa a emissão térmica dos grãos de poeira presentes. Isso mostra os processos físicos que ocorrem. Cruzar dados de vários instrumentos esclarece sobre a evolução da nebulosa, inclusive.
Tais investigações são de suma importância no avanço do nosso conhecimento do Universo. James Webb contribui para isso. Com as suas capacidades e a riqueza de dados, a nossa compreensão do cosmos atinge níveis sem precedentes.
O extraordinário percebido recentemente surpreende cientistas e entusiastas da Astronomia. Conseguem-se detalhes e cores. Não é incrível?