• Tiago José da Silva

Mapa do Universo: temos informações verdadeiras?

Como pode ser verdade um mapa do Universo, ou mesmo da nossa galáxia, se nunca saímos daqui? Poderíamos perguntar o mesmo sobre as células do nosso corpo ou sobre o centro da Terra. Nunca se visitou — ou não se visitou todos os lugares —, mas, sim, sabemos bastante sobre.


O fato é: se você viu alguma foto ou vídeo de fora da Via Láctea, é provavelmente simulação ou idealização. Mas isso não faz diferença se as indicações feitas por visão de eco, reações químicas e magnéticas, captadas pelas máquinas, acabam se confirmando.


Muito do que se tem notícia sobre mapeamento do espaço sideral existe graças a equipamentos potentes. O que saberíamos baseando-nos somente em experiências a olho nu? Melhor dizendo: como obteríamos provas semelhantes unicamente com olhos naturais?


Ação conjunta para resolver

A tecnologia é uma bênção. Para mapear objetos e efeitos espaciais mais eficazmente, só com a ajuda de algoritmo. Mas isso tem bastante de história também. Enquanto se descobre os mistérios, identificam-se início, meio e fim de fenômenos. São levados em conta os aspectos históricos do Universo.


Mesmo entender como tudo funciona universalmente seria impossível sem medidores específicos. Aqui na Terra, tudo é linear, simples, de localização — hoje — instantânea (vale lembrar que, isso, graças às informações graciosamente entregues por satélite).


Acúmulo de experiências

É complicado, mas se descomplica: pessoas dedicam vidas inteiras e recursos astronômicos são aplicados em estudos e testes. Aí, maravilhas da ciência se revelam. Vez por outra, se o antes aceito for afirmado em contrário, algo tido por décadas como verdadeiro será provavelmente negado e substituído também, no mapa. Mas a ciência não para.


Quando se veem previsões da comunidade científica se confirmando, nossa fé na ciência se fortalece, depois segue uma constante. A prova é que, basta uma notícia de que eventos no céu estão para acontecer, estaremos procurando a transmissão, ao vivo, no horário indicado.


Mas, conta: você também se encanta com monitoramento celeste, acompanha eventos anunciados pela astronomia? Comente!



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